Introdução às revisões
Introduction to reviews

O volume de revisões publicadas, bem como de submissões aos principais periódicos da área da saúde, aumentou exponencialmente, para dizer o mínimo, nos últimos vinte anos. Acompanhado dessa mudança de paradigma, a forma de fazer ciência, seja quantitativa ou quali, não teve escolha, como método, encarou e aceitou a Revisão como algo sistematizado…

Coletânea sobre Revisão Sistemática

Confira abaixo os vídeos da Playlist Coletânea sobre Revisão Sistemática. Aproveitem para assinar o canal no Youtube e clique no sininho para receber mais informações sobre o conteúdo.

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Aula que faz parte da Coletânea das Revisões Sistemáticas. É sobre um Guia para conduzir um estudo sem metanálises (SWiM), incluindo dois materiais suplementares.

Abaixo estão as referências:

Campbell M, McKenzie JE, Sowden A, Katikireddi SV, Brennan SE, Ellis S, Hartmann-Boyce J, Ryan R, Shepperd S, Thomas J, Welch V, Thomson H. Synthesis without meta-analysis (SWiM) in systematic reviews: reporting guideline. BMJ. 2020;368:l6890.

Material suplementar 1 | Material suplementar 2

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Nessa aula, a Profa. Ms. Karen Obara discute os nove itens que compõem o Guia, itens de 1-7 é como você escreve o método, 8 sobre os resultados e 9 para a discussão. Outra fonte que ajudará o leitor a entender os procedimentos do SWiM é o próprio Handbook da Colaboração Cochrane, mais especificamente no capítulo 12.
(Handbook, capítulo 12)

Além de apresentar um exemplo de uma revisão sistemática que está sendo realizada no Grupo PAIFIT. As referências desta Revisão, dois ensaios clínicos aleatórios, estão abaixo.

Rahmann AE, Brauer SG, Nitz JC. A specific inpatient aquatic physiotherapy program improves strength after total hip or knee replacement surgery: a randomized controlled trial. Arch Phys Med Rehabil. 2009;90:745-55

Liebs TR, Herzberg W, Rüther W, Haasters J, Russlies M, Hassenpflug J; Multicenter Arthroplasty Aftercare Project. Multicenter randomized controlled trial comparing early versus late aquatic therapy after total hip or knee arthroplasty. Arch Phys Med Rehabil. 2012;93:192-9.

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Nesse vídeo vocês poderão assistir partes do curso online ministrado sobre “Como Executar e Interpretar Revisões Sistemáticas”. Especificamente trata-se dos componentes de uma revisão sistemática, quais as implicações e quais as habilidades vocês precisam demonstrar na hora da execução ou da leitura de um texto similar.

A segunda parte do vídeo, a Dra. Mariana Silva apresenta duas revisões realizados pelo nosso Grupo e publicadas recentemente

1. A review on muscle activation behaviour during gait in shallow water and deep-water running and surface electromyography procedures

2. Carrasco AC et al. Non-radiographic validity and reliability measures for assessing foot types: A systematic review

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A Mariana resume como as duas revisões, na área da biomecânica, foram realizadas e traz um racional para que as pessoas possam entender que não há somente revisões de tratamento e que todas precisam de uma certa sistematização.

Ainda, sugerimos aos menos experientes com as revisões, que sigam essas sugestões no momento que se deparar com textos dessa natureza.

Leitura crítica e debate sobre as revisões:

Qual foi a pergunta?
Quais bases de dados e anos foram investigados?
Quais foram os delineamentos de estudos utilizados?
Quais foram os desfechos primários?
Houve avaliação do risco de viés?
Houve apresentação de metanálise?
Se sim, você compreendeu?

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Aula sobre Revisão Sistemática e Metanálises ministrada ao Grupo de Pesquisa Alegria em Movimento, liderado pela Profa. Dra. Vera Lucia Israel, da UFPR. O curso foi sobre Como interpretar a Ciência e aplicá-la no contexto clínico. A abordagem conteve: Tipos de revisões, interpretação das metanálises, razões para realizá-las e Colaboração Cochrane.

A abordagem conteve: Tipos de revisões, interpretação das metanálises, razões para realizá-las e Colaboração Cochrane.


Acrescento mais uma aula, agora sobre o Risco de Viés 2 proposto pela Colaboração Cochrane, que faz parte da Coletânea das Revisões Sistemáticas.

A Profa. Ms. Karla Silva apresenta a nova ferramenta da C. Cochrane que se chama Risk of Bias 2. Ela dá detalhes de cada item do novo instrumento (vieses decorrentes do processo de aleatorização, dos desvios das intervenções, da falta de dados, da medida do resultado e da seleção do resultado relatado), além de informar como a ferramenta gerará a avaliação da validade interna de um ensaio clínico aleatório.

Abaixo algumas referências e sites:

Hernán MA, Robins JM. Per-Protocol analyses of pragmatic trials. N Engl J Med. 2017;377:1391-1398.

Mansournia MA, Higgins JP, Sterne JA, Hernán MA. Biases in randomized trials: a conversation between trialists and epidemiologists. Epidemiology. 2017;28:54-59.

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Sterne JAC, Savović J, Page MJ, Elbers RG, Blencowe NS, Boutron I, Cates CJ, Cheng HY, Corbett MS, Eldridge SM, Emberson JR, Hernán MA, Hopewell S, Hróbjartsson A, Junqueira DR, Jüni P, Kirkham JJ, Lasserson T, Li T, McAleenan A, Reeves BC, Shepperd S, Shrier I, Stewart LA, Tilling K, White IR, Whiting PF, Higgins JPT. RoB 2: a revised tool for assessing risk of bias in randomised trials. BMJ. 2019;366:l4898

RoB 2: A revised Cochrane risk-of-bias tool for randomized trials

RoB2 tool – A revised tool to assess risk of bias in randomized trials


Mais uma aula, porém agora é sobre o instrumento AMSTAR-2, sobre a avaliação do risco de viés das Revisões Sistemáticas. A Profa. Esp. e mestranda Luana Paixão apresentará a ferramenta AMSTAR-2 – A MeaSurement Tool to Assess systematic Reviews.

Ela dará informações detalhadas dos 16 itens que compõem o instrumento e apontará quais são os itens “críticos”. Ao final você poderá ouvir um podcast com os participantes da aula e a discussão que ocorreu após o final da aula.


Essa é mais uma aula que faz parte da Coletânea das Revisões Sistemáticas. É sobre a Revisão de Escopo ou Scoping Review. A aula ministrada pela Profa. Dra. Mariana Silva abordou: Introdução sobre os tipos de revisões, diferenças entre revisão narrativa, sistemática e de escopo, PRISMA-ScR + checklist da revisão de escopo, como realizar uma revisão e alguns exemplos.

Abaixo, as referências que podem ser consultadas.

Tricco AC, Lillie E, Zarin W, O’Brien KK, Colquhoun H, Levac D, Moher D, Peters MD, Horsley T, Weeks L, Hempel S et al. PRISMA extension for scoping reviews (PRISMA-ScR): checklist and explanation. Ann Intern Med. 2018,169(7):467-473.

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Munn Z, Peters MDJ, Stern C, Tufanaru C, McArthur A, Aromataris E. Systematic review or scoping review? Guidance for authors when choosing between a systematic or scoping review approach. BMC Med Res Methodol. 2018 Nov 19;18(1):143.

Marsh KM, Fleming MA 2nd, Turrentine FE, Levin DE, Gander JW, Keim-Malpass J, Jones RS. Pediatric surgical errors: A systematic scoping review. J Pediatr Surg. 2022 Apr;57(4):616-621.

Ogunlana MO, Govender P, Oyewole OO, Nwosu IB. Adult stroke survivor’s reintegration to normal living: a scoping review protocol. Syst Rev. 2021 Nov 22;10(1):300.

Manning OJ, Rancourt S, Tomasone JR, Finlayson M, DePaul V. Water-based therapeutic exercise in stroke: a scoping review. Disabil Rehabil. 2022 Apr 21:1-14.

PRISMA for Scoping Reviews (PRISMA-ScR)

JBI Scoping Review Network


Essa aula faz parte da Coletânea das Revisões Sistemáticas. O tema é sobre o esse guia prático Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses (PRISMA) para relatar e, de certa forma, até conduzir uma revisão sistemática.

É composto por 27 itens. Inicialmente foi concebido para revisões de intervenções, mas atualmente é útil para outros modelos, como por exemplo de prognóstico, diagnóstico, etiologia, prevalência etc.

Visite o site: https://prisma-statement.org/


Mais uma aula da série de Revisão Sistemática, com a Profa. Ms. Carla Silva. Trata-se do GRADEpro-GDT, útil na classificação da qualidade das evidências (síntese dos resultados em outras palavras) e aplicado também para criação/recomendações de diretrizes ou guias práticos (Guidelines). O termo significa Grading of Recommendations, Assessment, Development and Evaluation. Um exemplo prático seria ao finalizar uma metanálise/revisão, o autor deveria construir nesse aplicativo, um resumo dos principais achados.

Para isso, informações precisam ser preenchidas nas tabelas disponíveis e anexada ao texto principal. Há vários fatores que reduzem a qualidade do resultado final e podem ser expressas durante a construção do GRADE: críticas sobre o desenho do estudo (risco de viés), da inconsistência dos resultados (metanálises), evidência indireta (amostras, intervenções, tempo de tratamento ou resultados diferentes), imprecisão (falta de poder ou intervalo de confiança amplo) e viés de publicação (resultados de estudo piloto, preliminares, considerações da revista ou editorial, sem revisão por peer-review).

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É como se a linguagem ficasse universal para todos os executores e leitores de uma revisão sistemática. Há inúmeros sites disponíveis, aqui vão alguns:

GRADEpro-GDT
(precisa de registro para utilizar as ferramentas)

Grupo de Trabalho GRADE

Handbook do Grade

8 aulas sobre o GRADE

Canal do GRADE na McMaster University

Playlist do canal da Cochrane de treinamento do GRADEpro-GDT


Apresento mais uma aula da série de Revisão Sistemática, com a fisioterapeuta e Profa. Luana Paixão. Essa aula é sobre a Metanálise de Rede ou Network Meta-analysis, técnica para comparar três ou mais intervenções simultaneamente em uma possível análise que combina valores diretos e indiretos dos ensaios clínicos aleatórios. A Metanálise de Rede possui um Prisma específico, chamado de PRISMA for Network Meta-Analyses (PRISMA-NMA), cujo link está abaixo:

PRISMA for Network Meta-Analyses (PRISMA-NMA)